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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Não te retardes ao momento

Não te retardes ao momento
Talhando entre tudo
Entre o nada
Talhando um sentimento
De uma alma que já não chora
Por um coração que partiu
Entristecido com o amor




Não talhes palavras
Que não queres dizer
Nem atires setas
De flechas partidas
Sangrando um simples
Mas puro coração

2 comentários:

Cláudia Matos disse...

que lindo poema!
Parabéns!

Sergio disse...

Hola Filipe,

te felicito por la belleza de tus versos.

Me encantó leerte.

Te dejo saludos argentinos,

Sergio.