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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Farias o filme do seculo

Olha! Se tivesses uma oportunidade de vomitar o medo de agarrar o criminoso estoirar com o sistema, avariar o relógio, chegar sempre atrasado retardar o sol agarrar a lua e nunca deixar o amor colar selos em postais, nunca abandonar animais ou rasgar jornais produtos nacionais de mentes convencionais, que mais jogos jogarias? Farias o filme do seculo do jazigo do vizinho o ultimo golo na baliza da dor sem rede ou pescador ou largarias essa vontade de uma vida para em alguém teus erros bater, chamarias a mãe do filho sem pai apenas para saber como neste mundo podem viver e subirias mais alto apenas para te veres crescer dos palcos dos focos, holofotes de fama instantânea da tua mão insana como os ratos largados no porão em vão ao barco afundar e logo começam a matar milhões com saudações de que deus vive em nós, até eu chegar aos ateus e agnósticos de todos os eus, fechando a minha boca aos olhos dos jazigos serviçais verticais fazendo escravos humanos, e te aviso não existem acusações sedentas ou criticas em bom Português, porque na área é o poeta que escreve como quem diz que amanhece a tua cocaína, mania interina sem esforço da rua e sua latrina pesada acorrentada qual prisão do teu palanque de combustão, e agora dá-me uma arte mas cala a matraca e solta o que ninguém arrebata ,porque ninguém deste povo vendera a alma ao que tua palavra promete com a maior calma porque e a tua palavra que nos mata!

1 comentário:

luís rodrigues coelho Coelho disse...

Musicalidade das palavras.
Jogadas de ansiedade
Querer partir e ficar
Sem sair do mesmo lugar.