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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Uma fotografia de mim

Uma fotografia de mim
Afundando o feitiço
 Algo belo e contraditório
Que fazes comigo assim
Porque não lutas por ti por mim?

E o tempo esta acabar
Na historia que aqui quero criar
Um mundo um novo lar
Uma liberdade
Uma vida sem julgar

Correndo sobre as nuvens
Saltando de nação em nação
Sem complexo ou razão
Trazendo apenas o som do coração

Da tela que estou a iluminar
Com meus próprios dedos
Uma alma para pintar
Um corpo para amar

Nesta lua nua
Em que dispo teu medo
Juntando meu corpo ao teu
E te tomo de assalto em segredo

Numa sedução
Num beijo em contra mão
Criando uma pequena revolução
Entre o orgasmo e a solução

Beijando teu corpo ate a morte
Abraçando a tua alma
Em qualquer por do sol
Não serei apenas abroto
Em qualquer nascer do sol
Não serei homem da pouca sorte

Porque não a sorte nem azar
Quando se quer!
Quando se sabe!
Quando nos estragamos!
Para amar.

1 comentário:

Flávio Miguel Mota Pereira disse...

com esta brincadeira toda começo a pensar porque é que ainda não tens as tuas obras em livro pah.
és dos meus bloguistas e poetas favoritos e ainda não percebi porque é que apenas o mundo virtual te conhece. Mereçes mais