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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Respirando


Depois de tantos horizontes falhados
Encontro a nébula do silêncio por si só
Alegre no seu jeito tímido de falar
O compasso de espera se torna forte
Distante de um mundo ilusionista
Pois também já lá passei
Renego essas e outras realidades
Ofertas tentadoras
Que me encheram de vazios
Retorno a mim sendo eu
Apenas eu de novo
Respirando ar
Lentamente. Mas respirando

3 comentários:

Cria disse...

Impecável, como sempre, poeta amigo ! Meu carinho.

Natalia Campos disse...

Comentei seu poema lá no "Diálogos". Beijos ;)

maycom barbosa disse...

belo poema meu amigo estava eu visitando alguns sites e blogs quando me deparei com seu poema ,e resolvi li, mas a tempos que eu nao lia um ,so na epoca da escola mesmo