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quinta-feira, 2 de maio de 2013

O Povo grita

São tormentas
Escudos sobre homens
Mulheres desatentas
Mundo de ignóbeis

Transportando a espada
Causando dor
Jorrando sangue
Sangue

Sobre o amor
São homens de preto
Sorrindo alto
Tão alto de suas muralhas

De cobardia
Sem fim
São mares revoltados
Pelos tempos

Em que um justo chora de lamentos
De quem quer e não pode ter
Uma migalha para comer
Ai abutres que comeis tudo

Vampiros da carne
Sem sorte andamos sem pouso
Voando sem asas
Aumentando as feridas

Dos corajosos
Que a voz se erga
Que a legião avance
Sobre a terra

Sobre o mar
E lute até morrer
Contra os homens de negro
Que não me deixa a minha alma repousar

Porque o povo grita
Chega de dor
Queremos já agora
Queremos Amor

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