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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Não faça rabiscos De meu corpo



Quando você quiser
Na tarde tardia
Se me aceitar
 Sedução tua, que não aceito
Na venda ao corpo de uma mulher
Entre a noite mais cara
Que se vive a paixão
Meu, amor
Meu, amor
E por ti estremeço
Em tanta ternura
Não me veja triste
Mas não me vendo
Me rendendo
Quando em ti me rendo
A um amor qualquer
Não faço rabiscos
De um corpo
Rasgando para sempre a saudade
Quando você quiser
E não sei se quer
Mergulhar em minhas águas
Não me traga um amor qualquer
Confinado ao fracasso
Me traga a saudade
Em forma de esperança
Me traga seu corpo em forma de querer
Meu amor
Mau amor,
Não me vendas ao sabor
Ao sabor desse teu desejo
Que mais tarde  se tranforma em  dor


Quando você quiser
Na tarde tardia
Se me aceitar
Meu amor, meu amor
Não faça rabiscos
De meu corpo
Rasgando para sempre a saudade

2 comentários:

Luís Coelho disse...

Um poema para ser musicado.
Canção de amor onde os sentimentos se perdem em rabiscos na cor de um corpo de mulher.

* verinha * disse...

Um belíssimo poema Filipe!.. Parabéns!!

Beijocas em seu coração...
*verinha*