A lágrima distinta a tal porta cai Como uma campainha que inunda Nossa porta por abrir
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sexta-feira, 19 de abril de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Jamais, jamais
De tão longo
No caminho
Só existe o longo
Que de tão longo esse pensamento
A alma o encurta
Extinguindo o desnecessário
Serei corsário do materialismo
Mesmo que isso afaste de mim
Todo o civismo
Pois não me venderei aos demais
Afinal quem são os Deuses
Senão homens que se enaltecem
JAVÈ!! Jamais, jamais
Me curvarei a Deuses esculpidos
Enfrentarei Titãs
Ninfas, macrobióis
Arre Deuses Pérfidos
Que de tão longo
No caminho
Só existe o longo
Que de tão longo esse pensamento
A alma o encurta
Extinguindo o desnecessário
No caminho
Só existe o longo
Que de tão longo esse pensamento
A alma o encurta
Extinguindo o desnecessário
Serei corsário do materialismo
Mesmo que isso afaste de mim
Todo o civismo
Pois não me venderei aos demais
Afinal quem são os Deuses
Senão homens que se enaltecem
JAVÈ!! Jamais, jamais
Me curvarei a Deuses esculpidos
Enfrentarei Titãs
Ninfas, macrobióis
Arre Deuses Pérfidos
Que de tão longo
No caminho
Só existe o longo
Que de tão longo esse pensamento
A alma o encurta
Extinguindo o desnecessário
Vinho casto
Gosto do puro de coração
Vinho casto que gosto de beber
Me embriagar nessa dor
Olhar na face desse que sabe, saber
O que significa bem receber
Partilhar na arte de amar
Gosto de abraçar essa simpatia
Que os ciumentos chamam mentira
A simplicidade é a maior verdade
Encontrada em cada gesto em cada palavra
Esse silêncio puro
Diz um nada de tudo
Que me afaga em cada caminhada
A esses o meu obrigado
Vinho casto que gosto de beber
Me embriagar nessa dor
Olhar na face desse que sabe, saber
O que significa bem receber
Partilhar na arte de amar
Gosto de abraçar essa simpatia
Que os ciumentos chamam mentira
A simplicidade é a maior verdade
Encontrada em cada gesto em cada palavra
Esse silêncio puro
Diz um nada de tudo
Que me afaga em cada caminhada
A esses o meu obrigado
O poeta
O poeta está preso em dois Mundos
Ora chora ora sorri
Soltando seus gritos mudos
Que por vezes ninguém sabe entender
E aplaude sem saber
O que dói um poema escrever
Ora chora ora sorri
Soltando seus gritos mudos
Que por vezes ninguém sabe entender
E aplaude sem saber
O que dói um poema escrever
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Eu, Plebeu
Esta noite serei só eu
Esta noite não vou relembrar
vou apenas deixar o mundo girar
ir para a outra margem
abrir minha porta e deixar o mundo entrar
nem que seja de passagem
Não quero sonhar
quero ser vazio
nem quero amar
Esta noite serei eu e o luar
Se percorrer
Serei apenas paixão
Se acabar
Que seja própria
noite a dançar
Vou beber
não para esquecer
nem para lembrar
mas esta noite quero pecar
Vou ser onda no mar
areia de enrolar
ser sonho de acordar
ser apenas como quem erra
Serei perfeito
por ser imperfeito
nesta noite onde perco meu leito
Neste outro mundo qualquer
E mesmo assim serei
o que alguém quiser
em um momento sem tempo
será alma de aluguer
Historias contadas
de segredos sem existência
sem voltar para traz
Esta noite serei só eu
Sentado na onda do mar
sendo dança
Eu, Plebeu
No pecado que me fez apaixonar
Esta noite não vou relembrar
vou apenas deixar o mundo girar
ir para a outra margem
abrir minha porta e deixar o mundo entrar
nem que seja de passagem
Não quero sonhar
quero ser vazio
nem quero amar
Esta noite serei eu e o luar
Se percorrer
Serei apenas paixão
Se acabar
Que seja própria
noite a dançar
Vou beber
não para esquecer
nem para lembrar
mas esta noite quero pecar
Vou ser onda no mar
areia de enrolar
ser sonho de acordar
ser apenas como quem erra
Serei perfeito
por ser imperfeito
nesta noite onde perco meu leito
Neste outro mundo qualquer
E mesmo assim serei
o que alguém quiser
em um momento sem tempo
será alma de aluguer
Historias contadas
de segredos sem existência
sem voltar para traz
Esta noite serei só eu
Sentado na onda do mar
sendo dança
Eu, Plebeu
No pecado que me fez apaixonar
Alento
Hoje não vou escrever só chorar
Amanha se acordar talvez pegue na tinta
E jorre sobre meu olhar
Escrevendo a mais bela poesia
Que minha própria alma ira soltar
Não é talento na dor
Que apenas se solta em alento
Pela alma que me desflora o corpo
Me esvazia o espirito condutor
Que me chama alva de condor entre um, eu vazio
Completamente cheio ao
abrigo do amor
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Ai de vós, os sem perdão
Em linha reta avançamos para a cerca
Avançámos como animais
Para o matadouro
Na alma que nos aperta
Retaguarda de esperança
Futuro de vingança
A marcha já começou
O pelotão avança
Na mão direta leva a justiça
Na esquerda a dor como lembrança
Avança numa só voz
Mas desta vez não estamos sós
Levamos amor
Conforto e clamor
Agora é sim
Já basta de não
De o sengue
De inocentes na mão
Ai de vós, os sem perdão
Avancem os justos
Que se escondam os abutres
Avancem os retos inculpes
Porque deus conhece cada coração
Erguei vossas súplicas ao céu
Pois em breve teremos a Salvação
Avançámos como animais
Para o matadouro
Na alma que nos aperta
Retaguarda de esperança
Futuro de vingança
A marcha já começou
O pelotão avança
Na mão direta leva a justiça
Na esquerda a dor como lembrança
Avança numa só voz
Mas desta vez não estamos sós
Levamos amor
Conforto e clamor
Agora é sim
Já basta de não
De o sengue
De inocentes na mão
Ai de vós, os sem perdão
Avancem os justos
Que se escondam os abutres
Avancem os retos inculpes
Porque deus conhece cada coração
Erguei vossas súplicas ao céu
Pois em breve teremos a Salvação
Sou uma semente
A que me chame garrafa vazia´
Mas se é vazia o que la teria
Agua?
Vinho?
Ou apenas nada
Seria minha loucura
Minha aventura
Quando te beijei
Pela primeira vez
A quem me chame louco
Mas se assim for
Quero beber dessa garrafa
Vazia que não mais encheu
A quem me chame sonhador
Que não sente a dor
Mas se assim é?
Porque choro
E imploro para que ninguém sofra
A quem me chame ditador
Mas só meu silêncio fala
Logo ninguém me cala
Sou sonhador
Rei do meu mundo e de minha dor
Sou pequeno entre os pequenos´
Grande entre os grandes
Não sou camões
Nem dou lições
Sou uma semente
Que germina
Na minha mocidade
Bem sofrida
Não, não te quero!
A idade nada trás
Só o que passa entre a alma
No que a vida apraz
Me diz, o que sou!
Mas se é vazia o que la teria
Agua?
Vinho?
Ou apenas nada
Seria minha loucura
Minha aventura
Quando te beijei
Pela primeira vez
A quem me chame louco
Mas se assim for
Quero beber dessa garrafa
Vazia que não mais encheu
A quem me chame sonhador
Que não sente a dor
Mas se assim é?
Porque choro
E imploro para que ninguém sofra
A quem me chame ditador
Mas só meu silêncio fala
Logo ninguém me cala
Sou sonhador
Rei do meu mundo e de minha dor
Sou pequeno entre os pequenos´
Grande entre os grandes
Não sou camões
Nem dou lições
Sou uma semente
Que germina
Na minha mocidade
Bem sofrida
Não, não te quero!
A idade nada trás
Só o que passa entre a alma
No que a vida apraz
Me diz, o que sou!
Tu que tanto quero
Eu te vejo a chorar
Te sinto a sofrer
E tu! Tu que tanto quero
Tu que tanto bem quero
Me dizes para te deixar
Quem seria
Eu seria?
Se te deixasse
Sabes eu sempre te soube amar
E por mais que queiras chorar
Não impedirei
Mas jamais!
Jamais, jamais
Te irei abandonar
E te garanto
Que me prostro ao solo
Para contigo chorar
Te sinto a sofrer
E tu! Tu que tanto quero
Tu que tanto bem quero
Me dizes para te deixar
Quem seria
Eu seria?
Se te deixasse
Sabes eu sempre te soube amar
E por mais que queiras chorar
Não impedirei
Mas jamais!
Jamais, jamais
Te irei abandonar
E te garanto
Que me prostro ao solo
Para contigo chorar
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