Sempre estou acordado
Quando me tentas adormecer
E isso mata a saudade
Se a verdade já foi proibida
Então quebrarei todas as regras
Na verdade é da simples janela
Desta casa sem silhueta
Que visto o pijama em meu corpo
Para cavalgar o mundo
Mesmo entre a alma penada
De janela aberta
Ofereço sorrisos
A quem passa
No primeiro
Dos primeiros
Gestos faciais
Na verdade é da janela quadrada
Que avisto a areia de gente parada
No mar que os circunda
Como uma boia que os afunda
Tentativa não de salvar o mundo
Mas o que resta dele
Omitirei então a verdade
E então regras, nunca quebrarei
A lágrima distinta a tal porta cai Como uma campainha que inunda Nossa porta por abrir
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sexta-feira, 31 de maio de 2013
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Doutrina
Doutrina
aerodinâmica fascinante salatina sem batina exorcista barrigudo demónio
dominante, sou eu caminhante errante ao encontro do exorcismo
civilmente viridante, viril mentalmente demente que se ergue pela
sandala da mente catatónica imoral de um cálice impuro bebido em cada
saliva de palavras venenosas que só servem para morder!
Entre-Os-Rios das memórias
Tudo é
pecado sem retribuir o desejo, escarneço esse teu lado carnal, tamanha
ousadia em querer existir, desnudo esse corpo impuro como uma vitoria,
nobre vitoria!
Culpados de tamanha inglória, somos todos nós viajantes neste barco, arca de Noé mumificada por pensamentos ultrapassados em sujidades, gastos em lágrimas de papel, posso ser eu, podes ser tu na janela embaciada do tempo! Os últimos dos últimos a fechar tamanha porta, que as aguas se separem Entre-Os-Rios das memórias, uma gota para cada um como lembrança, neste basto oceano quem manda senão as baleias? As árvores crescem robustas abrigam as almas silenciadas pelo pecado, memorável se torna o homem em passos lentos, de um labirinto sem fim!
Meu corpo se desnuda, suando sem fim, lamentando essa aragem que me entra sem avisar… Estou de partida e não tenciono cá voltar,eu sou quem me consome
Culpados de tamanha inglória, somos todos nós viajantes neste barco, arca de Noé mumificada por pensamentos ultrapassados em sujidades, gastos em lágrimas de papel, posso ser eu, podes ser tu na janela embaciada do tempo! Os últimos dos últimos a fechar tamanha porta, que as aguas se separem Entre-Os-Rios das memórias, uma gota para cada um como lembrança, neste basto oceano quem manda senão as baleias? As árvores crescem robustas abrigam as almas silenciadas pelo pecado, memorável se torna o homem em passos lentos, de um labirinto sem fim!
Meu corpo se desnuda, suando sem fim, lamentando essa aragem que me entra sem avisar… Estou de partida e não tenciono cá voltar,eu sou quem me consome
Maldito minuto aqui me perdi
Noite de espasmos
Gritos e Erasmus
Noite de silêncio onde a morte impera
Tudo são anjos
Nos meus vermes olhos
Neste bonito mundo de arranjos
Ninguém vai reparar
Se estarás especial
Se és material
Corrompido por um sinal
Ou apenas mais um animal
A caminho do sedento
A caminho da fonte do ego
Sossego que nego
Correndo, correndo daqui
Nada me deixa feliz
Mesmo que sejas cabeça de alento
Docente e meretriz
Eu não pertenço aqui
Não foi este meu nascimento
Onde as magoas
São culatras bem preparadas
Onde sangue são águas
Abominais de descendentes
Nada mais que carnais
Onde sou verme
E espero meus derradeiros finais
Por um minuto
Maldito minuto aqui me perdi
Sendo eu verme
Sou forasteiro
E não pertenço aqui
Gritos e Erasmus
Noite de silêncio onde a morte impera
Tudo são anjos
Nos meus vermes olhos
Neste bonito mundo de arranjos
Ninguém vai reparar
Se estarás especial
Se és material
Corrompido por um sinal
Ou apenas mais um animal
A caminho do sedento
A caminho da fonte do ego
Sossego que nego
Correndo, correndo daqui
Nada me deixa feliz
Mesmo que sejas cabeça de alento
Docente e meretriz
Eu não pertenço aqui
Não foi este meu nascimento
Onde as magoas
São culatras bem preparadas
Onde sangue são águas
Abominais de descendentes
Nada mais que carnais
Onde sou verme
E espero meus derradeiros finais
Por um minuto
Maldito minuto aqui me perdi
Sendo eu verme
Sou forasteiro
E não pertenço aqui
Neste meu mundo adormecido
No meu mundo adormecido
Vozes distantes me abrem caminho
Mas este oceano é desconhecido
Para eu nadar com sentido
Se eu não conseguir
Alguém vai pisar meu chão
Se eu não me redimir
Alguém irá substituir minha mão
Neste meu mundo entorpecido
Eu voo completamente sozinho
Sem asas perdido
Eu me sinto enfraquecido
Quadros e telas vazias
Tendas de esperança
Eram suspiros
Memórias sem lembranças
Neste meu mundo entorpecido
Eu carrego o destino
De ser porto sem-abrigo
Mar vencido
Ausentes ao abraço
De uma vida que não é assim
A paragem é incerta
Nesta ida desértica
Neste meu mundo entorpecido
Apenas existe um sentido
Um amor antigo
Neste velho mundo irreconhecível
Neste meu mundo adormecido
Apenas sonho que estou contigo
Qual barco no cais da chegada
Onde minha vida apenas desliza ancorada
Vozes distantes me abrem caminho
Mas este oceano é desconhecido
Para eu nadar com sentido
Se eu não conseguir
Alguém vai pisar meu chão
Se eu não me redimir
Alguém irá substituir minha mão
Neste meu mundo entorpecido
Eu voo completamente sozinho
Sem asas perdido
Eu me sinto enfraquecido
Quadros e telas vazias
Tendas de esperança
Eram suspiros
Memórias sem lembranças
Neste meu mundo entorpecido
Eu carrego o destino
De ser porto sem-abrigo
Mar vencido
Ausentes ao abraço
De uma vida que não é assim
A paragem é incerta
Nesta ida desértica
Neste meu mundo entorpecido
Apenas existe um sentido
Um amor antigo
Neste velho mundo irreconhecível
Neste meu mundo adormecido
Apenas sonho que estou contigo
Qual barco no cais da chegada
Onde minha vida apenas desliza ancorada
Guardião do tempo
Guardião do tempo
Apenas me da mais uma brisa
Mais um momento
Ate minha amada estar acordada
Guardião do tempo
Não me leves pela madrugada
Tu bem sabes que minha senhora é amada
Não me tires de sua presença
Não me leves como doença
Guardião do tempo
Desta minha alma amargurada
Meu amor se tornou dor
Meu coração partido
Guardião do tempo
Me da só mais um abrigo
Não termines já comigo
Guardião do tempo
Ainda quero voar sobre o mar
Aprender a sonhar
Viajar pelos cabelos da senhora
Do meu luar
Guardião do tempo
Me deixa com alento
Vivendo mais uma vida
Aquela que não pode ser repetida
Guardião do tempo
Não fiques contra mim ressentido
Deixa me despedir
De todo aquele que é meu amigo
E então me leva contigo
Para la do meu jazigo
Apenas me da mais uma brisa
Mais um momento
Ate minha amada estar acordada
Guardião do tempo
Não me leves pela madrugada
Tu bem sabes que minha senhora é amada
Não me tires de sua presença
Não me leves como doença
Guardião do tempo
Desta minha alma amargurada
Meu amor se tornou dor
Meu coração partido
Guardião do tempo
Me da só mais um abrigo
Não termines já comigo
Guardião do tempo
Ainda quero voar sobre o mar
Aprender a sonhar
Viajar pelos cabelos da senhora
Do meu luar
Guardião do tempo
Me deixa com alento
Vivendo mais uma vida
Aquela que não pode ser repetida
Guardião do tempo
Não fiques contra mim ressentido
Deixa me despedir
De todo aquele que é meu amigo
E então me leva contigo
Para la do meu jazigo
A algo que nos quer ver sofrer
A algo forte que fere meu coração
Algo puro na imensidão
Mundo escuro
Oculto sem razão
A algo sem sensatez
Que mata na embriaguez
Algo oculto
Em cada estreito reduto
A algo impuro
Sem rumo ou futuro
Algo imaturo
Que nos deixa de coração duro
A algo sombrio
Que amanhece a cada dia
A algo inimigo
Que nos mira
A algo que nos quer ver sofrer
Algo que buscamos saber
Como podemos viver
Sem amor para anoitecer
A algo para cantar
Que cantamos sem saber
Por que razão devemos viver
A cada alvorada
A algo sem estrada
que nos guia
a morte inesperada
onde o amor se tornou apenas
mais uma palavra
Algo puro na imensidão
Mundo escuro
Oculto sem razão
A algo sem sensatez
Que mata na embriaguez
Algo oculto
Em cada estreito reduto
A algo impuro
Sem rumo ou futuro
Algo imaturo
Que nos deixa de coração duro
A algo sombrio
Que amanhece a cada dia
A algo inimigo
Que nos mira
A algo que nos quer ver sofrer
Algo que buscamos saber
Como podemos viver
Sem amor para anoitecer
A algo para cantar
Que cantamos sem saber
Por que razão devemos viver
A cada alvorada
A algo sem estrada
que nos guia
a morte inesperada
onde o amor se tornou apenas
mais uma palavra
Em cada curva
Estou sozinho
Entre a chuva
Sem faces no chão
Inicia minha corrida
Pela vida
Parado na ponte em vão
Procurando alguém
Que me tire desta maldita
Noite fria
Alguém pode tomar minha mão
E me levar algum lugar
Para me despedir desta humilhação
Quero chorar e minha alma surrar
Neste mundo que se parte em dois
Meus olhos brotam espinhos
E já não avistam canteiros no meio das flores
A estrada se estreita neste mundo que não se endireita
Quebrarei a porta
Serei caçador
Ou simplesmente nuvem sem sabor
Sem cores ou clamores
Matarei todas as dores
Pelas calçadas
Abrirei janelas apertadas
Quebrarei barragens
Entre as almas aprisionadas
E serei noite sem fim
Sozinho em mim
Caminhando pela chuva
Desta vida que nunca
Será fácil em cada curva
Entre a chuva
Sem faces no chão
Inicia minha corrida
Pela vida
Parado na ponte em vão
Procurando alguém
Que me tire desta maldita
Noite fria
Alguém pode tomar minha mão
E me levar algum lugar
Para me despedir desta humilhação
Quero chorar e minha alma surrar
Neste mundo que se parte em dois
Meus olhos brotam espinhos
E já não avistam canteiros no meio das flores
A estrada se estreita neste mundo que não se endireita
Quebrarei a porta
Serei caçador
Ou simplesmente nuvem sem sabor
Sem cores ou clamores
Matarei todas as dores
Pelas calçadas
Abrirei janelas apertadas
Quebrarei barragens
Entre as almas aprisionadas
E serei noite sem fim
Sozinho em mim
Caminhando pela chuva
Desta vida que nunca
Será fácil em cada curva
Agora vai e deixa-me a sós
Não interrompas o silêncio
Prova a noite,
As histórias estão por contar
No momento em que o céu abre suas cortinas
Deixando estrelas caídas
Não é o raiar do sol
Mas sim o cair da lua entre asas caídas
Nos sorriso dos anjos que cobrem a noite
Agora vai e deixa-me a sós
Entre mim e o pecado da alma
Tenho uma batalha a travar
Volta quando encontrares o amor pela vida
Constrói o sonho, enche o vazio
Sobe ao altar das lágrimas esquecidas
Lava a alma vazia
Mas volta na altura do raiar da aurora
Volta na maré cheia
Com um sorriso novo
Com um corpo nu de amor
Renasce qual criança sem medo do mundo
Torna-te guerreiro, torna-te feiticeiro, torna-te templário
Mas volta com força
Descobre que o universo é infinito
Que podes construir milagres
Mover tudo em nome do amor
Levanta a cabeça e caminha com passos alegres nas ruas estreitas
Trava memorias de dor da luta ao espírito
Droga a morte no ópio da vida
Esta na hora prepara tua armadura
Junta teu escudo de luz
Levanta tua espada na justiça do amor
Terás legiões acompanhando tua viagem
Sussurros tentando desviar tua atenção
Mas escuta a voz do mestre
Saberás quem ele é
E não te desvies nem para a direita nem para a esquerda
Se o caminho for o deserto continua ele terá medo de ti
Se o caminho for o mar ele se abrira para ti
Se o céu cair não te tocara
Escuta os sinais dos ventos
Escuto tua chegada triunfante
Escuto tambores e clamores
Gentes humildes que anseiam por teu segredo
Eu cá estarei guerreando contra todo o pecado
Soltando gritos de alerta
Soltando o beijo da rosa
Entoando teu nome as quatro tribos
Esperando reforços na legião do amor
E venha todo o humilde
E venha a no todo o faminto
Nada ficara esquecido
Nada será arrancado a força
E seja bem-vindo quem conhece a arte do amor
Prova a noite,
As histórias estão por contar
No momento em que o céu abre suas cortinas
Deixando estrelas caídas
Não é o raiar do sol
Mas sim o cair da lua entre asas caídas
Nos sorriso dos anjos que cobrem a noite
Agora vai e deixa-me a sós
Entre mim e o pecado da alma
Tenho uma batalha a travar
Volta quando encontrares o amor pela vida
Constrói o sonho, enche o vazio
Sobe ao altar das lágrimas esquecidas
Lava a alma vazia
Mas volta na altura do raiar da aurora
Volta na maré cheia
Com um sorriso novo
Com um corpo nu de amor
Renasce qual criança sem medo do mundo
Torna-te guerreiro, torna-te feiticeiro, torna-te templário
Mas volta com força
Descobre que o universo é infinito
Que podes construir milagres
Mover tudo em nome do amor
Levanta a cabeça e caminha com passos alegres nas ruas estreitas
Trava memorias de dor da luta ao espírito
Droga a morte no ópio da vida
Esta na hora prepara tua armadura
Junta teu escudo de luz
Levanta tua espada na justiça do amor
Terás legiões acompanhando tua viagem
Sussurros tentando desviar tua atenção
Mas escuta a voz do mestre
Saberás quem ele é
E não te desvies nem para a direita nem para a esquerda
Se o caminho for o deserto continua ele terá medo de ti
Se o caminho for o mar ele se abrira para ti
Se o céu cair não te tocara
Escuta os sinais dos ventos
Escuto tua chegada triunfante
Escuto tambores e clamores
Gentes humildes que anseiam por teu segredo
Eu cá estarei guerreando contra todo o pecado
Soltando gritos de alerta
Soltando o beijo da rosa
Entoando teu nome as quatro tribos
Esperando reforços na legião do amor
E venha todo o humilde
E venha a no todo o faminto
Nada ficara esquecido
Nada será arrancado a força
E seja bem-vindo quem conhece a arte do amor
Se apenas for tua vontade
Se for tua vontade
Que minha voz se cale
Sobre a colina que se estende
Sobre esta cidade deserta
Se apenas for tua vontade
Entre tu eu eu
Que esta voz se cale
E para sempre fique despida
Mesmo que cante para ti
Se apenas for tua vontade
Não mais cantarei
Nem mais teus olhos olharei
Se apenas for tua vontade
Eu partirei sem saudade
Na liberdade
Que o silêncio da tua vontade me tornou
Que minha voz se cale
Sobre a colina que se estende
Sobre esta cidade deserta
Se apenas for tua vontade
Entre tu eu eu
Que esta voz se cale
E para sempre fique despida
Mesmo que cante para ti
Se apenas for tua vontade
Não mais cantarei
Nem mais teus olhos olharei
Se apenas for tua vontade
Eu partirei sem saudade
Na liberdade
Que o silêncio da tua vontade me tornou
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