Quando tetra nox quay
Tenebris sine lumine
Quibus tempus non duret
Manu angeli corruerunt
Iube spiritu tuo
Apud sepulcrum nebula
Inter nebula
De nascentium sol
Eleves manus iterum
Inter apertum certamen
sumentes POSITIONES
Quid anima aperto
Non me hanc vocem limes
Adferte mihi anima
Retinere cor vestrum
Opprobrii sui catena
Mare adhuc patentes
Clama pro libertate
Adhæsit in deserto
In hoc mundo insaniae
In hoc lavacro anguis
Lavat Babylonios
In dementes venenum
Diabolica creatura
Resurging desiderium crudelis
non redemptionem
Ubi sit lumen sit infidelis
Inter ventus qui ponit nobis pars
Tulit omnem densa
Explicit infideles
Caecus et crudelis
Hic venit ieiunium
Veni velox ad salutem
Maioris dilectionis
Qua fata unit
Subito ortu, nova quadam ratione
A lágrima distinta a tal porta cai Como uma campainha que inunda Nossa porta por abrir
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
São escadarias
São escadarias longas que me levam ao rio, ao sorriso das lavadeiras,
aos putos em suas brincadeiras. Sentimentos que me retenho no coração, voz apregoada
dos vendedores soltando sorrisos vendendo amores sonhos para viver no vinho
casto desse amanhecer.
É como dar e receber nessa escadaria que me leva a luz do
rio, ao horizonte de um sonho por colorir, que me abre a porta do coração me
beijando a boca em cada emoção, é tristeza e alegria em vida entre as gaivotas
e o cheiro a maresia que me acolhe sem hipocrisia!
São escadas dos guindais entre gerações resistindo a
vendavais, onde o sol nasce a cada amanhecer ao primeiro olhar, no primeiro
sorriso, fazendo tudo de novo! E de repente esse amor me traz um novo
significado de beleza pura, para viver a cada dia em que reso para que de
repente tudo dure para sempre, e eu digo baixinho é tão bom saber onde chorar!
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Rodopiando nesse baloiço
Apenas o silêncio
neste final de tarde
Uma lagrima entre as
dunas e o mar
Essa voz que se
afasta
Nas areias que não
consigo agarrar
Uma vida num leve respirar
Despedida entre um
pequeno olhar
O grito imenso de
mais um acordar
Abandono de um abraço
por dar
Sentimento, carta por
escrever
Ao ler. quero apenas
abandonar
Entre a razão
Bem sei que é tudo
uma caixa a navegar
E se não consegues
ver
Essas ruinas que não
quero dizer
Como um corpo que me
chama
Eu me acuso entre
esse quarto vazio
Provo enquanto
respiro
Tudo que foi e não
mais será
Dando tudo que se tem
Entre a minha melhor
mão
Carregando cada nuvem
Cercado pelos pés descalços
Entre sapatos rotos
Vozes caladas
Ao som do silêncio
E amanha será uma
bonita vida
Entre esse sorriso e
esse olhar
Te ergues na nudez
Entregue a um novo
despertar
Voltando a ser
criança
Rodopiando nesse
baloiço
Que em mim me fez
despertar
Uma razão para amar
domingo, 27 de janeiro de 2013
Rasuro essa forma de te olhar
Quem me faz o que sou?
Pela noite que me
acolhe!
Que me desarma;
Entre o abraço, quem
me levou
Se o sol assim nasce
Quem brilha em mim
Nas noites sombrias
Tumultos e súplicas
Onde a dor entre com
todo esplendor
Quem escuta por
escutar
Içando seu ouvido
Contemplando as cores
Desertas entre tantas
outras
Linhas discretas
Que descrevem o eu de
ti
Sorrisos escondidos
Entre portas e mais
portas secretas
Labirintos por
revelar
Entre o abraço
E o leve toque de uma
mão
Amanhece meu corpo
Estremece teu desejo
Carente homem morto
Sem jazigo em perigo
De agarrar o vento
Lento entre ti
Apenas o pensamento
De quem fui
Ao te ver
Do que sou ao te
rever
Invento de novo
Essa caricia rosada
Desminto que em
esquecimento
Esqueci no agora quem
me retorna
Rasuro essa forma de
te olhar
Abrindo apenas um
pouco mais esses olhos
Meus olhos que se
teimam em fechar
Abro uma nova morada
E deixo deixando
simplesmente
Esse teu, vento teu
entrar
domingo, 23 de dezembro de 2012
Somos nós, por agora nós
Somos nós, por agora
nós
Entre o silêncio e a rouquidão
dessa voz
Esse abraço,a simples
lembrança
Sim somos nós, por
agora so nós
Eu e tu, apenas tu e
eu
Em cada dia que passa
Em cada lagrima solta
Na dor vertida
Sim somos nós
Ombro a ombro
Mão na mão
Sorriso na tristeza
Vem a mim então
Eu em ti, já faço
questão
De pernoitar
Em cada solidão
Da-me uma razão
Para não hastiar essa
vela
Que nos conduz
A uma razão
Em tal campainha
Toca essa lagrima
vertida
Derramada pelo dedo
Onde a verdade apenas
é mentira
Fica então
Um segundo
Até pode ser a solução
Um segundo apenas
E se solta o coração
Olha em volta
Eu sou uma razão
Onde a perfeição
Não mora
fica em mim por agora
até haver uma solução
Retardar, retardar
A cortina se estende
E sobre os ombros se lança o olhar
Submisso ao desfecho
Se retorna sem leme
Retardar, retardar
Quem entende? O beijo!
Tão eterno paladar
Como um abraço,abraço a findar
Oh,se ao menos o rosto fosse sincero
Se a palavra não trouxesse vitupério
A paixão seria apenas paixão
E o amor o amor o esplendor do universo
Criado pelo nosso eterno criador.
O riso se estende numa linha curva
Onde as lágrimas derrubam numa linha recta
Oh,se ao menos fosse verdade
E não fosse permitido mentir
Meu semblante seria reluzente
Tua pele ardente
Corpo contra corpo
Nuvem contra nuvem
Descendo subindo
Subindo descendo
E a chuva apenas chuva
No azul que cinzento por hora
Mas a ira chega pelo mar
E o vento reclama seu lugar
Nas cicatrizes do tempo
Quem as pode curar?
Haverá lugar para acalmar tal dor
Onde tudo se esconde
E quem se esconde?
Senão o amor!
Porque dás lugar a dor
E praticas o mal sobre ti?
Nas horas de aflição
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Vinde, vinde a nós
Ressurge uma vontade
Um espaço despojado
O desejo da mocidade
Contra uma
inexperiência do mal-amado
O silêncio se escuta
Num coração cheio
Qual alma que labuta
Nada deixando a meio
Ressurge a saudade
Disfarçada de tempestade
Ressurge o
arrependimento
Em forma de
sentimento
Vozes alegres
Se ressentem em tal rouquidão
Entre ouvidos surdos
E olhos que não
querem ver
E o ser chora
Humano transformado em
animal
E a flor não creche
Em tal quintal
Solidão que não
ampara
Na esperança que ela
suga
Qual alimento vivo
E o pão se torna duro
Em cada palavra bolor
Em cada ato
Um novo dissabor
Tenho a alma pela
alma
A palavra pela
justiça
O pranto como
esperança
E o lamento como
mudança
A dor que Deus não me
deu
A raiva que o mundo
me deu
E o suspiro do fraco
Entre o ar que
respiro
E nada é pequeno
Entre a grandeza do
humilde
E tudo é veneno
Na grandeza dos que
dizem vinde!
Vinde, vinde a nós
Para nos saciarmos da
vossa carne
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