Transmudo
Transmundo
Transformista irrealista
De quem não respeita
Quem em ti habita
Com todo o respeito
Me apego em ti
Me afinco em teus arcos
Que albergam esse início
Com todo o respeito
Te demonstro a simplicidade
Deixando para trás trilhas traídas
Humildes olhos
Fixados aos teus
Pequenas caridades
Gestos enclareados
Vontades debilitadas
Vozes roubadas
Insuficiente para uma nova paixão
Com todo o respeito
Desfaleço nesses braços
Procurando uma cura
Para meus traços
Com todo respeito
Caminho teus passos
Repetindo abraços
E silêncios que nem tu podes compreender
Admiro o respeito
Que te respeita
Sem nada, demostrares
Além da frieza
Que me causa pavor
Incerteza que regozija
Sobre minha dor
Sempre que eu solto amor
Com todo o respeito
Amei sem qualquer pudor
Sem medo de falhar
Guardando tudo
Que me foi dado
Numa mão pequena
Chorei, chorei
Entre as lagrimas que verti
Que verterei
Sempre que me lembrei
Que amei quem não me quer amar
Com todo o respeito
Transmudo
Transmundo
Transformista
Em meu corpo
Já nada habita
A lágrima distinta a tal porta cai Como uma campainha que inunda Nossa porta por abrir
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terça-feira, 14 de maio de 2013
Sábios dementes
Sábios
dementes que dormem em cartão sem telhado bebem o vinho quente telhados
de papelão tendo no horizonte o frio como companhia, olhos esbugalhados
cabelos brancos corpos suados em suas roupas sujas de corpo impuro mas
de alma de tamanha pureza, caminham eles na viela da rua fazendo cada
curva em cada estrela por iluminar conhecem o dono do Mundo lamentando
sua condição desumana, cães que latem em
cada noite vazia gatos dos caixotes do lixo procurando a melhor
refeição, sem razão e com toda a razão são odiados sempre esquecidos
almas vagabundas, sem pouso ou pomba branca onde a esperança já não tem
poleiro são estes homens os donos da noite os companheiros do silencio
amados apenas pela rua sua eterna companheira destes que do nada se
erguem pelo seu grande coração mesmo ninguém! Não tendo ninguém que lhes
afague em devolução, continuam escondendo sua mão como proteção desse
nobre coração!
Lusitano invicto
Se o mar se abrisse
Entre o passo lento
Talvez a alma sentisse
A dor que é bem real
Neste trágico momento
Desalento, desalento
Povo de lamento
Culpado sem culpa ter
Intento, intento
Nasce o fruto sem saber
De onde vem sua semente
Sem lhe perguntarem se quer nascer
Como a noite que se deita sobre nós
Ao amanhecer sem perguntar se queremos acordar
Eis a brasina do fogo
Cuspida pelo ditador
Vinho de falso Odo
Que nos assombra em clamor
Como o se o céu se rasgasse a sua ordem
E as legiões de nuvens
Se lançassem a guerra dos homens
Ignóbil a lúmens, ignóbil
Parai, parai, parai
De chorar
De lamentar
Se é para morrer lentamente
Porque não fazeis
Frente lutando
Fazendo acreditar
Que unidos podemos
E devemos lutar
Por um novo amanhecer
Uma nova terra
Um novo céu
Unidos voar
Unidos ao próximo amar
Povo do mar
Ergue teu esplendor
Afasta os reis da dor
Não deixeis ancorar
O barco dos descobrimentos
E lutai contra todos estes lamentos
Lusitano invicto
Será agora que deixaras ser extinto
Ou levantaras o escudo da salvação
Baixando a espada da destruição
A palavra silencia
A voz faz mover
E o barco pode avançar na sua maresia
Chamemos os outros e eles serão ambíguos
E terão de nossa voz ouvir com olhos de ver
Entre o passo lento
Talvez a alma sentisse
A dor que é bem real
Neste trágico momento
Desalento, desalento
Povo de lamento
Culpado sem culpa ter
Intento, intento
Nasce o fruto sem saber
De onde vem sua semente
Sem lhe perguntarem se quer nascer
Como a noite que se deita sobre nós
Ao amanhecer sem perguntar se queremos acordar
Eis a brasina do fogo
Cuspida pelo ditador
Vinho de falso Odo
Que nos assombra em clamor
Como o se o céu se rasgasse a sua ordem
E as legiões de nuvens
Se lançassem a guerra dos homens
Ignóbil a lúmens, ignóbil
Parai, parai, parai
De chorar
De lamentar
Se é para morrer lentamente
Porque não fazeis
Frente lutando
Fazendo acreditar
Que unidos podemos
E devemos lutar
Por um novo amanhecer
Uma nova terra
Um novo céu
Unidos voar
Unidos ao próximo amar
Povo do mar
Ergue teu esplendor
Afasta os reis da dor
Não deixeis ancorar
O barco dos descobrimentos
E lutai contra todos estes lamentos
Lusitano invicto
Será agora que deixaras ser extinto
Ou levantaras o escudo da salvação
Baixando a espada da destruição
A palavra silencia
A voz faz mover
E o barco pode avançar na sua maresia
Chamemos os outros e eles serão ambíguos
E terão de nossa voz ouvir com olhos de ver
Não afundes o desejo
Tenho o barco de encontro ao peito
O desejo de um segredo
Pernas abertas pernas fechadas de um olhar que deleito
No corpo que te entrego na paixão que te concedo
Erro por erro
Noite por noite
Onde bem sabes meu segredo
Que rasga em açoite
Pela luz da manha escondidos
Depois do relento
Os corpos despidos
Paixão que em ti alimento
Não te vás agora
Esquecendo o amanha
Ama-me sem demora
Enquanto meu corpo ainda vive ca
Ao longe do perto
Do toque desperto
Grito de alerta
No teu perfume que me cerca
Não afundes o desejo
Na traição devida
Não me deixes sem o beijo
Enquanto em mim pulsa vida
Barco de encontro ao peito
O desejo de um segredo
Pernas abertas pernas fechadas de um olhar que deleito
No corpo que te entrego na paixão que te concedo
O desejo de um segredo
Pernas abertas pernas fechadas de um olhar que deleito
No corpo que te entrego na paixão que te concedo
Erro por erro
Noite por noite
Onde bem sabes meu segredo
Que rasga em açoite
Pela luz da manha escondidos
Depois do relento
Os corpos despidos
Paixão que em ti alimento
Não te vás agora
Esquecendo o amanha
Ama-me sem demora
Enquanto meu corpo ainda vive ca
Ao longe do perto
Do toque desperto
Grito de alerta
No teu perfume que me cerca
Não afundes o desejo
Na traição devida
Não me deixes sem o beijo
Enquanto em mim pulsa vida
Barco de encontro ao peito
O desejo de um segredo
Pernas abertas pernas fechadas de um olhar que deleito
No corpo que te entrego na paixão que te concedo
Galinheiros
Meu
coração apertava entre os galinheiros e os caracóis a chuva que me
tentava falar num dialeto vazio cheio de pequenas partículas de nada a
voz era calmamente assustadora e a noite tinha tomado conta do dia eram
os dias sem fim no eterno passo lento eram vozes roucas de silêncios
despertos amores e desamores, dores? Me ensina, amar hoje! Serei grato
pelo desprezo causado em intempéries do passado
que se apressem eles, as senhoras já cantam sua chegada, eufóricas pela
alternativa de paixão as sete sais entre canastros ao fermento sem pão
os lábios se secam no deserto que amanhece. Solta o beijo e esquece meu
corpo ainda treme entre tua assoalhada e o patamar se estende entre
paredes soltas, me ensina amar! Se tiveres boa vontade apenas me ensina o
que é o amor pois a outra eu já conheço aquela que se chama dor.
Estrelas mortas
Estrelas
caem mortas entre corações içados, devolutas cicatrizes profundas dores
de parto de anjos caídos sofre o infinito amor por encontrar, teclas de
um piano velho desafinado pelo tempo, ele chama por ela e ela corre
para ele sem saber o que os reserva fazem do abraço o tempo sem tempo de
uma vida que se vence a cada gesto e nada fica por dar esta tudo la
mesmo nas bastas horas que não existe encontro de sentimentos por vezes gastos e sujos
Qual lagrima vencida por um orgulho qualquer inexplicável historia de vida que seca os ossos penetrando o mais intimo ser, no amor que em tudo quer caber se ao menos se ouvisse sua terna voz nos chama com ternura, por ai não chama ele são passos sem retorno e tudo se torna desencontro se não dermos as mãos vencendo todo este clamor!
Qual lagrima vencida por um orgulho qualquer inexplicável historia de vida que seca os ossos penetrando o mais intimo ser, no amor que em tudo quer caber se ao menos se ouvisse sua terna voz nos chama com ternura, por ai não chama ele são passos sem retorno e tudo se torna desencontro se não dermos as mãos vencendo todo este clamor!
Historia sem fim
Ignóbil momento
Em que essa atenção
Se torna apenas um segmento
Onde eu sou uma contradição
Rogo por ti
Clamo por ela
E mesmo aqui junto a mim
Sou esquecido em cada favela
Não me torno desespero
Ou sombra do destino
Choro de medo
Onde me torno alma sem sentido
Triste sina
De quem não sabe amar
E tudo perde sem saber porque
Alegria que não anima neste falo sonhar
Pedra esculpida
Raiz sem fim
Onde sou eu sem mim
De alma vivida
Ao encontro desse teu desencontro
Que nada mais é que uma rua por abrir
Cavalo alado que monto
Apenas para mais uma vez cair
Amar é olhar
Amar é saber sonhar
Amar é não reclamar
Amar é o desenhar de uma historia
Historia sem fim
De um acordar
Em asas de querubim
De quem nunca pode esquecer
Que viver é lembrar
Que amar é mais que um pequeno olhar
Em que essa atenção
Se torna apenas um segmento
Onde eu sou uma contradição
Rogo por ti
Clamo por ela
E mesmo aqui junto a mim
Sou esquecido em cada favela
Não me torno desespero
Ou sombra do destino
Choro de medo
Onde me torno alma sem sentido
Triste sina
De quem não sabe amar
E tudo perde sem saber porque
Alegria que não anima neste falo sonhar
Pedra esculpida
Raiz sem fim
Onde sou eu sem mim
De alma vivida
Ao encontro desse teu desencontro
Que nada mais é que uma rua por abrir
Cavalo alado que monto
Apenas para mais uma vez cair
Amar é olhar
Amar é saber sonhar
Amar é não reclamar
Amar é o desenhar de uma historia
Historia sem fim
De um acordar
Em asas de querubim
De quem nunca pode esquecer
Que viver é lembrar
Que amar é mais que um pequeno olhar
Para nada
Para
nada se luta contra o vazio em ilusão sentida se perde as qualidades em
moralidades distintas de quem já nada tem para oferecer qual magoa que
perdura presa a uma esperança irrisória, na já banalizada palavra amo-te
onde quase nada sinto amo-te logo engano-te pois nada quero fazer a não
ser te silenciar, quero-te sem me mover a nada vou mudar nesse amargo
paladar que se apresenta doce a
Cada luar, nada ele de ela tem para ofertar a não ser o pesar de não saber amar e ter a coragem de falar sabes eu te estou amar na hipocrisia de um pai da mentira mãe de traição índole de depravação que apenas ao mundo quer enganar!
Cada luar, nada ele de ela tem para ofertar a não ser o pesar de não saber amar e ter a coragem de falar sabes eu te estou amar na hipocrisia de um pai da mentira mãe de traição índole de depravação que apenas ao mundo quer enganar!
Sacudindo o pó
Desbravado tempo
Ancorado alento
Em tantas águas curvas
Em tantos mares turbos
Alma de silêncio
Luta de rua
De uma dor no imenso
Corpo sem lua
Mulher nua
Qual mão por estender
Marca sem luta
Cabe ao sonho saber
Quem no caminho enrufa
Tambores de liberdade
Flores de estufa
Almas de ansiedade
Coração de aço
Pés de compasso
Ritmados pela paixão
Povo unido na grande multidão
Sorrisos destintos
De ombros chegados
Caminhos guardados
Em fogos amitos
Se abrem os céus
Se beijam os corpos
Se despem os véus
Se erguem os ossos
Sacudindo o pó
Se medos
Sem dor de mó
Sem segredos
Dos céus desce o amor
A terra treme de louvor
A lagrima já não mais existe
E o que era triste se tornou amor
Ancorado alento
Em tantas águas curvas
Em tantos mares turbos
Alma de silêncio
Luta de rua
De uma dor no imenso
Corpo sem lua
Mulher nua
Qual mão por estender
Marca sem luta
Cabe ao sonho saber
Quem no caminho enrufa
Tambores de liberdade
Flores de estufa
Almas de ansiedade
Coração de aço
Pés de compasso
Ritmados pela paixão
Povo unido na grande multidão
Sorrisos destintos
De ombros chegados
Caminhos guardados
Em fogos amitos
Se abrem os céus
Se beijam os corpos
Se despem os véus
Se erguem os ossos
Sacudindo o pó
Se medos
Sem dor de mó
Sem segredos
Dos céus desce o amor
A terra treme de louvor
A lagrima já não mais existe
E o que era triste se tornou amor
velho marujo
Tronos de anjos mutilados
Dardos lançados
Se amanha volto
A nascer em flor
Sorri minha alma
Desagua pelo leito
Amor que me acalma
Paixão em meu peito
Segue o vento
Em cada direção
Não me percas sem momento
Entrando em erupção qual vulcão
Devorador sem paixão
Abriga-te neste puro coração
Pois o tempo é curto
De pura sedução
Larga essa lagrima destinta
Qual gota do imenso oceano
Profundamente azul
Barca extinta
Podada ao amanhecer
Entre o cantar do galo
E o cajado do saber viver
Poema que declamo
Sem saber se é amor
Este sentimento que em mim
A força quer ficar
Qual semente que quer a força bruta
Crescer, viver, crescer, amar
Tronos de anjos mutilados
Dardos lançados
Se amanha volto
A nascer em flor
Pessoas são pessoas
Fantasmas, fantasmas
Coisas más coisas boas
Resguardados sentimentos
Momentos que não aguardas
Simples de sujo
Coração embriagado
Do velho marujo
Que nunca foi amado
Sem saber se é amor
Este sentimento que em mim
A força quer ficar
Qual semente que quer a força bruta
Crescer, viver, crescer, amar
Dardos lançados
Se amanha volto
A nascer em flor
Sorri minha alma
Desagua pelo leito
Amor que me acalma
Paixão em meu peito
Segue o vento
Em cada direção
Não me percas sem momento
Entrando em erupção qual vulcão
Devorador sem paixão
Abriga-te neste puro coração
Pois o tempo é curto
De pura sedução
Larga essa lagrima destinta
Qual gota do imenso oceano
Profundamente azul
Barca extinta
Podada ao amanhecer
Entre o cantar do galo
E o cajado do saber viver
Poema que declamo
Sem saber se é amor
Este sentimento que em mim
A força quer ficar
Qual semente que quer a força bruta
Crescer, viver, crescer, amar
Tronos de anjos mutilados
Dardos lançados
Se amanha volto
A nascer em flor
Pessoas são pessoas
Fantasmas, fantasmas
Coisas más coisas boas
Resguardados sentimentos
Momentos que não aguardas
Simples de sujo
Coração embriagado
Do velho marujo
Que nunca foi amado
Sem saber se é amor
Este sentimento que em mim
A força quer ficar
Qual semente que quer a força bruta
Crescer, viver, crescer, amar
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